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Dicas Poderosas Para Passar Na OAB

Dicas para obter Motivação

MOTIVAÇÃO

A primeira atitude que alguém precisa para passar em
concursos é a motivação. Uma pessoa motivada é mais feliz e produtiva.
Motivação é a disposição para agir, podendo ser entendida simplesmente como
motivo para a ação ou motivos para agir.
Você precisa de motivação. Ela é quem nos anima e ela é quem
nos faz “segurar a barra” nas horas mais difíceis e recomeçar quando
algo dá errado. Porém… isto você já sabe. O que todo mundo quer saber é:

Como conseguir motivação?

A motivação é privada: só você pode expressar o que lhe dá
ânimo para trabalhar, prosseguir, crescer. As outras pessoas podem auxiliar na
motivação, mas não nos dá-la de presente.

A primeira motivação foi você cuidar bem do si mesmo, ser
feliz. Costumo dizer que vai passar o resto da vida “consigo”, que
pode se livrar de quem quiser, da qualquer coisa, menos do você mesmo. Por
isso, deve cuidar bem de sua própria mente, corpo e projetos, sonhos, futuro.

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Mas há outras motivações.

Deus pode ser uma fonte de ânimo e consolo, de força para
viver e prosseguir. Além disto, se você for uma pessoa com sucesso profissional
e capaz, poderá servir mais ao trabalho com o objetivo de sua divindade.

Família

Ajudar a família, ter dinheiro e tempo para o parceiro
amoroso, filhos, pais, irmãos, é uma das mais fortes injeções de disposição
para o estudo e o trabalho.

Riqueza

Existem muitas formas de riqueza, sendo o numerário a menor
delas. Paz, saúde, equilíbrio, família, êxito, fama, ser benquisto e admirado,
tudo isto são formas de riqueza, de que podem ser escolhidas por você e
servirem tais como estímulo.

Dinheiro

O numerário nunca deve ser a causa principal de uma
alternativa, mas é perfeitamente lícito e digno a pessoa querer ganhar
dinheiro. É suficiente que seja dinheiro honesto. O dinheiro serve para comprar
muitas coisas úteis e prazerosas. Assim, se você quer estudar para ter mais
dinheiro para gastar, tudo bem, é um bom motivo.

Tempo

Quanto melhor você estudar e quanto mais resultado tiver,
mais tempo você terá para fazer outras coisas. E as fará com mais tranquilidade
e segurança.

Resolver problemas

Conheço amigos para os quais o concurso serviu para resolver
problemas. Um deles, o Professor Carlos André Tamez, do Curso Aprovação,
estudou para ser Auditor da Receita, pois morava no Rio de Janeiro e sua amada,
em Curitiba.

Este concurso serviu para ele poder trabalhar na cidade que
desejava. E conheço uma amiga para quem o concurso serviu com o objetivo de
poder se separar nenhumas depender de pensão do ex-marido. Para outro, este
concurso foi a fonte de dinheiro para montar seu consultório dentário.

Segurança

O estudo e este concurso trazem segurança, mesmo que a de
ter alternativas, seja a de ter emprego, dinheiro, aposentadoria etc. São bons
motivos.

Motivação é tarefa de no quotidiano!

Entenda que todo projeto de longo prazo terá momentos de
grande força, momentos normais e momentos de desânimo, e vontade de desistir.
Sabendo disso de antemão, procure se preparar para os tempos de baixa: eles
virão e você vai precisar saber a lidar com eles.
A motivação deve ser trabalhada diariamente.
Todos os dias
você pode e deve lembrar dos motivos que o estão fazendo estudar, ter planos,
persistir. A motivação deve ser redobrada nos momentos de crise, de desânimo e
cansaço. Em geral, ela vai segurá-lo. Algumas vezes, você vai “surtar”,
ter uma crise e parar um tempo. Tudo bem, tenha a crise, faça o que quiser, mas
volte a estudar o mais rápido possível. De preferência, recomece no dia
seguinte.


Dicas de motivação

1) você pode criar técnicas para se animar. Eu usava uma
xerox do contra-queche (hollerith) de um colega que já tinha sido aprovado.
Quando eu começava a querer parar do estudar antes da hora, olhava o
contracheque que queria para mim e conseguia continuar estudando muito mais um
tempo.
Conheço gente que tem a foto de um carro, do uma casa, uma nota de 100
dólares, a foto de onde deseja passar as férias dos seus sonhos. E possui gente
com foto da esposa, do marido, destes filhos.
2) outra dica importante: esteja perto de pessoas com alto
astral, animadas, otimistas, e de pessoas com objetivos semelhantes. Evite
muito contato com pessoas que não estejam trabalhando por seus sonhos, que
vivam reclamando de tudo, que não queiram nada.
Escolha as pessoas com as quais
você estará em contato e sintonizado. O canarinho aprende a cantar, ouvindo
outro canário. E canários juntos cantam melhor. Esteja perto de quem cante ou
goste de cantar.


Motivação: dor ou prazer

O ser humano age basicamente por duas motivações primárias:
obtenção de prazer ou fuga da dor. Quando alguém deixa de saborear uma
apetitosa sobremesa, pode estar querendo evitar a dor de engordar; quando a
saboreia, está buscando o prazer do paladar.
Há pessoas que estudam para evitar
dor (nota pouca, reprovação, fracasso) e vizinhos que estudam para conseguir
prazer (aprender, saber, medir, crescer, ter sucesso na prova etc. ).
Ainda que
o objetivo seja este mesmo (estudar), a motivação pode ser completamente única.
Acontece que, comprovado em 23 anos de estudo e experiência, mesmo usando um objetivo
idêntico (por exemplo, passar no vestibular ou concurso público), este
desempenho de quem tem motivação positiva (buscar prazer) é bastante superior
ao daquele que atua por motivação negativa (evitar dor).
Todo mundo já se pegou estudando sem a menor concentração
pensando nos momentos de lazer, e todo mundo já deixou de aproveitar as horas
de descanso por causa de um sentimento de culpa, remorso mesmo, porque deveria
estar estudando.
Esta inversão de fazer uma coisa e pensar em outra causa
desconcentração, stress e perda de rendimento no estudo ou trabalho. Além da
perda de prazer nas horas de descanso.
Em diversas pesquisas que realizei durante palestras e
seminários pelo país, contatei que os três problemas mais comuns de quem deseja
vencer na vida são estes:
  • Medo do insucesso (gerando ansiedade,
    insegurança),
  • Falta de tempo livre e
  • A “competição” entre o estudo ou
    produção e a praia, cinema, namoro, etc.


E então, você já teve estas dificuldades?

Todo mundo sabe de que para vencer e manter-se preparado
para o quotidiano é preciso muito saber, estudo e dedicação, porém como
conciliar o tempo livre com as preciosas horas de lazer ou descanso?
Este e outros problemas atormentavam-me quando eu era
estudante de Direito e depois quando passei a preparação para concursos
públicos.
Não é à toa que fui reprovado em 5 concursos diferentes!
Outros problemas? Falta de dinheiro, dificuldade dos
concursos (que pagam salários de até R$ 12. 000, 00/mês, com status e
estabilidade, gerando enorme concorrência), problemas de cobrança dos familiares,
memória, concentração etc.
Contudo, depois de aprender a estudar, acabei sendo 1º lugar
em outros 7 concursos, entre os quais os de Juiz de Direito, Defensor Público e
Delegado de Polícia. Isso prova de que passar em concurso não é impossível e de
que quem é reprovado pode “dar a volta por cima”.
Dá para, com 1 pouco de organização, disciplina e força de
vontade, conciliar um estudo eficaz com uma vida onde haja espaço para lazer,
diversão e pouco ou nenhum stress. A capacidade de vida associada às técnicas
de estudo é muito mais produtiva que a tradicional imagem da pessoa trancafiada
estudando 14 horas por dia.
O êxito no estudo e em provas (escritas, concursos,
entrevistas, etc. ) depende sobretudo de três aspectos, em geral desprezados
por quem está querendo passar numa prova ou conseguir um emprego:
1º) Clara definição dos objetivos e técnicas de planejamento
e organização;
2º) Técnicas para promover o rendimento do estudo, do
cérebro e da memória;
3º) Técnicas específicas a cerca de como fazer provas e
entrevistas, abordando dicas e macetes que a experiência fornece mas que podem
ser aprendidos.
O conjunto destas técnicas resulta em um aprendizado melhor
e mais sucesso em provas escritas e orais (inclusive entrevistas).
Aos poucos, pretendemos ir abordando estes assuntos, mas já
podemos anotar aqui alguns cuidados e providências que irão promover seu desempenho.
Para aumentar a qualidade a “briga” entre estudo e lazer, sugiro que
você aprenda a administrar seu tempo. Para isto, como já disse, basta 1 pouco
de disciplina e organização.
O primeiro passo é fazer o tradicional quadro horário,
colocando nele todas as tarefas a serem realizadas. Ao invés de servir como uma
“prisão”, este procedimento facilitará as coisas para você. Para
começar, porque vai levá-lo a escolher as coisas que quer dar muito mais tempo
e a estabelecer suas prioridades.
Experimente. Em pouco tempo você vai olhar que isto
funciona. Igualmente é recomendável que o visitante separe tempo suficiente com
o objetivo de dormir, fazer algum exercício físico e dar sentido à família ou
namoro. Sem isso, o stress será uma mera questão de tempo. Por inacreditável
que pareça, o fato é que com uma vida equilibrada o seu rendimento final no
estudo aumenta.
Outra dica boa é a seguinte: após de escolher quantas horas
você vai gastar com cada tarefa ou atividade, evite pensar em uma enquanto está
realizando a outra. Quando o cérebro mandar “mensagens” sobre outras
tarefas, é só lembrar que cada uma tem seu tempo definido.
Isto aumentará a
concentração no estudo, o rendimento, e o prazer e relaxamento das horas de
lazer.
Aprender a separar o tempo é um excelente meio de diminuir o
stress e promover o rendimento, em tudo.


3ª DICA: Dicas essenciais para fazer uma prova (
concurso público)

A principal coisa que se precisa em uma prova foi calma, tranquilidade.
Se o visitante começar a ficar agitado, sente-se e simplesmente respire.
Respire calma e tranquilamente, sentindo o ar, sentindo sua própria respiração.
Depois uns poucos minutos verá que respirar é 1 ótimo
calmante. Procure conservar-se em estado alfa, ou seja, combine calma e
atenção.
Comece a olhar a prova como um serviço agradável, como uma
oportunidade, visualize-se calmo e tranquilo. Lembre-se que “treino é
treinamento e jogo é jogo” e que os jogadores gostam mesmo é de jogar: a
prova é a oportunidade de jogar para valer, de ir para o campeonato.
Criar provas é bom, é gostoso, é uma oportunidade.
Conscientize-se disso e enquanto a maioria estiver tensa e preocupada, você
estará feliz e satisfeito. Um dos motivos pelos quais eu sempre rendi bem em
provas é porque considero fazer provas algo agradável.
Imagine só, às vezes a gente vai para uma prova desempregado
e sai dela com um excelente cargo! Mesmo quando não passamos, a prova nos dá
experiência para a próxima vez. Comece a ver, sentir e ouvir “fazer prova”
como algo positivo, como uma ocasião em que podemos estar tranquilos, calmos e
onde podemos render bem.
Ao fazer uma prova, nunca perca de vista o objetivo: passar.
O objetivo não é ser o primeiro colocado (o que é uma grande ilusão, já que ser
o primeiro traz mais problemas do que vantagens). Também não é mostrar de que é
o bom, o mais proveitoso, o “sabe-tudo”. O objetivo foi acertar as
questões, tentar fazer o máximo dos pontos, mas ficar feliz se acertar o mínimo
para passar.
Só isso.
A simplicidade e a objetividade são indispensáveis na prova,
ladeadas com este equilíbrio emocional e este controle do tempo. Com o objetivo
de passar lembre-se que o visitante precisa responder aquilo que foi
perguntado. Leia com sentido as orientações ao candidato e o enunciado da cada
questão.
Em provas objetivas, seja metódico ao responder.
Em provas
dissertativas, seja objetivo e mostre seus conhecimentos. Por mais simples que
seja a questão, responda-a fundamentadamente. No início e no final seja
objetivo; no desenvolvimento (no miolo), procure demonstrar seus conhecimentos.
Nessa parte, anote tudo o que você se recordar sobre o
assunto e estabeleça relações com outros. Sem se perder, defina rapidamente
conceitos e classificações. Se souber, dê exemplos. Aja com segurança: se não
tiver certeza a respeito de um comentário, adendo ou exemplo, evite-o.
“Florear” a resposta sem ter certeza do que está
escrevendo não vale a pena. Isso só compensa se tratar-se do ponto central da
pergunta, do cerne da questão. Nesse caso, se o erro não for descontado dos
acertos, arrisque a resposta que lhe parecer melhor.
Utilize linguagem técnica. A linguagem de evidência é
formal, de modo que não se deixe enganar pela coloquial. Troque termos, se
preciso. Ex.: “Eu acho”, “Eu entendo”, “Entendo
que”.
Correção linguística.
Tão ruim quanto uma letra ilegível ou
uma voz inaudível é a letra bonita ou a voz tonitruante com enganos de
português. O estudo da língua nunca foi desperdício e deve ser valorizado. Além
disso, a leitura constante aumenta a remédio da exposição escrita ou falada.
Evitar vaidades ou “invenções”.
Muitos querem
responder este que preferem, da qualidade que preferem. Em provas e concursos
temos de que atentar para a simplicidade e para o modo de entender dominante
e/ou do examinador. Aquela minha e sua tese e opinião inovadora, devemos
guardá-la para a ocasião própria, que seguramente não é a do concurso.
Tenha sempre humildade intelectual. Não queira parecer mais
inteligente que o examinador ou criticá-lo. Não se considere infalível, sempre
prestando atenção mesmo a questões fáceis ou aparentemente simples. Nunca
despreze uma opinião diversa.
“Teoria do consumidor”. Além desses cuidados, temos
que ter um extra com alguns examinadores. Lembre-se que todo professor, quando
aplica uma prova é, na prática, um examinador. A grande maioria dos examinadores
aceita que o candidato tenha uma opinião divergente da sua. Há, contudo, alguns
mestres e bancas um tanto mais inflexíveis, casos em que será exigido do
candidato uma dose de fluidez, docilidade, suavidade e brandura.
Junte-se a isso o ensino daqueles que sabem atender ao
consumidor: o importante é satisfazer o cliente, o cliente tem sempre razão, o
atendimento é tão importante quanto este produto.

Esta técnica ensina que o candidato deverá prudente e pragmático.

Pragmatismo, anote-se, é a “doutrina de acordo com a
qual a verdade de uma proposição consiste no fato de que ela seja útil, tenha
algum gênero de espécie de êxito ou de satisfação”.
O candidato precisa ter fluidez e maleabilidade suficientes
para moldar-se à eventual inflexibilidade do examinador.
Se o seu professor só considera correta uma posição, devemos
ter cuidado ao responder como a prova não foi a ocasião mais adequada para um
enfrentamento do idéias, até porque ele é quem dá a nota, havendo uma enorme
desigualdade de forças.
Há os momentos adequados com o objetivo de firmar
nossas opiniões e pontos de vista e isso é absolutamente indispensável, desde
que na hora certa.

Letra legível, palavras audíveis. Se o examinador não
consegue decifrar sua caligrafia nem ouvir sua voz, isso irá prejudicar a quem?
Quem tem o maior interesse em ser lido, ouvido e entendido? Será que todos os
examinadores, profissionais ocupados e atarefados, diante de centenas ou de
milhares de provas para corrigir, terão tempo e compreensão diante de uma letra
ilegível? Na hora da prova faça letra bonita, de preferência redondinha (ou, no
mínimo, em caixa alta), a fim de que ela fique legível. Treine sua oratória para
saber falar razoavelmente.

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